Eu já tive diversos blogs, não me lembro de algum deles ter durado, nenhum deles foi sucesso de acesso e muito menos me causou orgulho. Pelo contrário, reler alguns textos antigos causou-me, sempre, um impulso incontrolável em tirá-los do ar. Sou uma escritora deletadora compulsiva.
Agora também sou twitera compulsiva, mas eu leio muito mais que escrevo. Se a máxima de que temos duas orelhas e uma boca para escutarmos mais do que falarmos é valiosa, o mesmo não valeria para dois olhos e dez dedos, pois não posso sugerir a ninguém que digite mais do que leia, por favor, não façam isso. Obrigada!
Leio bastante, mas não de maneira sistemática, leio de tudo, de Dostoiévski a Chongas, e acredito que cada um tem sua importância em minha vida. Dostoiévski coloca-me em meu lugar, faz-me enxergar quanto minha personalidade é doentia, assim como a das pessoas com quem convivo, mas eu posso viver com esse peso sem problemas. Chongas (aqui incluo todos aqueles blogs deliciosos e cheios de motivos para boas risadas de fácil entendimento), por outro lado, funcionam como talvez aquelas insuportáveis "gotas de sabedoria" deviam funcionar para algumas pessoas antigamente. (Ok, ainda funcionam hoje.)
Enfim, quando chego acabada em casa, prefiro Chongas, quando quero ler algo mais complexo, bom, procuro outro tipo de literatura.
Já vi o Chongas reclamar que não lêem seus posts mais longos, mas querido, você é ótimo com as piadas rápidas, não estou procurando filosofia quando clico no seu blog. Eu falo por mim, é claro, e não quero dizer que não há filosofia no Chongas, mas não é o que eu procuro quando acesso lá.
Eu pulo os textos longos do Chongas, mas leio os do Marcelo Tas e morro de rir, obrigada!
Bom, pra quem chegou até aqui, agradeço a paciência!
Obrigada, leiam rápido antes que eu acesse o blog e apague o post de vez.
domingo, 26 de abril de 2009
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